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07/10/2004 12:51
MUDEI DE BLOG, AGORA É NO UOL:
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enviada por Tiago ou Naga
20/09/2004 12:47

enviada por Tiago ou Naga
13/09/2004 12:12
As Dores da vida nos tornam pessoas mais fortes.
Tenho medo
Tenho medo de me tornar mais forte.
Tenho medo de me tornar mais frio,
Mais insensível!
Não quero seguir esta lei absurda,
Obscura e surda
Nos obrigando a ser forte,
Não quero sufocar o choro morno,
Falar mentiras ao coração ao amor renunciado.
Ressuscitado do lado escuro onde nos escondemos...
As Dores da vida nos tornam pessoas mais fortes.
O que pode ser isso? Quem disse? Quem mandou, quem?!
Destruindo a esperança das mentes sonhadoras.
Jogando fora e matando toda nossa inocência
Construída com inspiração de amor.
Não quero!
Não posso!
Não suporto!
Viver fingindo, me iludindo, fugindo...
Nessa brincadeira de gente grande, de que serve...E vai se machucando.
Medo de pedir colo, beijo e abraço, medo de se dar...
Não posso me tornar mais forte...Não posso.
Medo da Dor... Pulsante e contínua,
O que pode ser isso? Vivendo com ela sem poder renunciá-la...
enviada por Tiago ou Naga
06/09/2004 09:51
Síndrome do "Medo de Amar"
O que posso falar quando se refere ao amor? Sentimento Lindo, nobre? Sim, talvez ele seja isso mesmo, mas ele também tem seu lado negro, nos torna frágeis insólidos e prontos para abrirmos brechas onde muitos só machucam, cutucam apenas para ver sangrar. Vejo todo dia gente reclamando que ninguém quer nada sério, que o mundo é apenas sexo, mas essas mesmas pessoas são as primeiras a banalizar o que vivem acreditando não existir, eles são os assassinos de seu próprio amor. Destroem nos outros aquilo que os outros destroem neles. São cegos armados atirando parar todos os lados e acertando ninguém além deles mesmos. Hoje não sei se é possível haver amor, ontem a noite uma amiga me disse que não acreditava que poderia existir amor, apenas talvez um sentimento de carinho muito forte. Como pode pessoas tão jovens que já não conseguem acreditar mais nisso, não possuem mais esperanças em ter algo sólido e amar? Para onde foi nossa inocência, quem a roubou? O pior é olhar para tudo isso e ver que não há o que possamos fazer, ou quem sabe ter um determinado comportamento para se proteger disso, na verdade muito descobriram um caminho (um atalho) que nos protege por um lado, mas nos torna mais amargos. Não se envolver, o terrível e já comentado muitas vezes por mim; medo de amar. O medo de amar se tornou um vírus, uma peste que se alastrou por todos os lados, não importando sexo, opção sexual, classe social, nada importa para que ele se aloje em nossos corações, nas feridas que nele se forma pelos constantes machucados formados por aqueles que tentamos amar...Aqueles que não passa de nós mesmos temendo amar, por medo, machucamos e criamos outros seres que machucaram o próximo e assim se alastra nossa doença em comum, nosso medo.
Minhas paixões infantis
Minhas paixões estão cada dia mais infantis
Com todo meu medo de encontrar feridas
Que me torna mais dolorido e frio.
Pessoas que não desejo passam por mim
Um tapa me dão no rosto
Sem eu poder pensar o porquê de tantos desencontros.
Quando olho para seus olhos
Achando que posso afinal ser ao menos normal,
Sei que o impulso de acreditar é brecado
Pelo medo que me acostumei ter, sentir.
Brincando de ser normal,
Fingindo não ser tão sentimental.
Por dentro forma-se o que não gostaria,
Tornar-me fraco, tudo por quem?
Não há ninguém...
enviada por Tiago ou Naga
30/08/2004 13:27
Comportamento previsto? Loucura premeditada? Bem não creio mais no amor...rs Não é uma visão pessimista, e nem me venha achar q estou deprê! Pelo amor de Deus, o homem não é feito apenas de amor, nós precisamos sim de alguém, mas fazer isso uma razão de viver é péssimo, demorei muito pra perceber isso, alguns amigos acham que eu tenho uma visão de amor muito racional e até chegando ao pessimismo, mas a modernidade acabou com o amor de nossos avós e tentar reviver aquele tipo e amor é uma utopia infantil. Tentar, eu tentei, não podem me acusar de estar falando de algo que não tentei, porém as coisas se mostram como deve ser. Creio que a razão disso tudo é apenas a procriação, o sexo, o tesão mesmo, romantizaram esses sentimentos e o deram o nome de amor, sei que triste pensar assim, nós precisamos de ilusões para sobreviver no mundo que sempre achamos duro demais para nós, mas uma coisa é certa, apesar de não acreditar no amor não irei parar de procurar...hahahahahah Sei, sei...Estou sendo contraditório, mas é verdade não posso ser mentiroso, nem hipócrita, apesar de não acreditar a esperança involuntária nos obriga a tentar...Como diria um grande sábio que todos sabemos quem é o Teu amor é uma mentira que minha vaidade quer....
Minha vidinha pacata demais pro meu gosto continua, trabalhando no mesmo lugar, falando com as mesmas pessoas, sempre sendo assunto em rodinhas de pessoas de gosto duvidoso de sorrisos amarelados (isso se elas ainda se lembram de mim), me tornei um ser pacato, quase um ancião em dia de domingo, preciso mudar! Mas isso é meio que previsto, quando agitamos a areia no fundo do mar cedo ou tarde ela volta pro seu lugar. Mas ser pacato não combina comigo, preciso de umas tempestades no meu oceano, nada de ser um marsinho de águas azuladas e límpidas, eu quero é ser um maremoto, eu sou o triangulo das bermudas!!!!...hahahaha
enviada por Tiago ou Naga
27/08/2004 10:32
Estranhezas desta vida
Sempre que pensamos que a felicidade pode estar dando um olá, ela sai correndo, não que eu acredite que ela é permanente, sabemos que não é, mas ela podia nos visitar mais vezes. Hoje eu acordei bem, atrasado 20 minutos, mas estava bem, ou ainda estou, não sei, mas o fato é que as surpresas da vida nos tornam mais céticos em relação a algumas coisas. Eu me surpreendo ainda com as pessoas e vejo o quanto elas são confusas, não sabem ou tem medo de saber o que querem da vida. Eu sei que sou meio difícil e complicado, mas existem algumas que batem os recordes mundiais. Porque temos medo de amar? Será que nos tornamos seres exclusivos de nós mesmos, e que nosso medo nos faz destruir qualquer forma de amor? O mundo anda muito duro conosco, a sociedade se tornou fria e ruim, não por escolha, mas por defesa. Nos defendemos de nós mesmos!
Minha péssima índole
Eu to cansado de saco cheio,
Quero brindar a desgraça alheia
Sem preconceito obsceno
Suas verdades me parecem doce de se ignorar
Loucuras sussurradas sem pedir
Acreditam naquilo que podem... Com vergonha de pensar
Eu quero você apenas para me divertir
Minha natureza pobre, podre, pequena,
Mas é minha! Só minha e não é vendida
Nessa pequena grandeza, há verdade e pouca nobreza!
Onde na universal mentira existe razão, lógica?
O problema Teu! Somente Seu...
Acreditando ou não, eu estou é cagando!
E vocês ai apenas classificando, catalogando...
Segurando a língua para o bel-prazer não vir!
Por que todo mundo acredita haver receita?
Bondade, boa índole...Quero que se foda!
Eu quero é deixar essas bobagens de lado
Deixar de seguir os pensamentos decorados.
Mas pra que eu devo me preocupar?
Se um esquadrão selecionado por quem sabe lá já o faz pra mim?
Bajulando-me e falando o que acham melhor
Preocupando-se com minha péssima índole
Com minha amarga síndrome.
enviada por Tiago ou Naga
19/08/2004 11:41
De pouca gentileza
Toda vez que te vejo é um calor um ardor
Seu corpo dança ao andar de passos pensados
Em sua malicia já premeditada
Eu quero tua boca, teu corpo, tua coxa!
Em nesta paixão...
Bobagens soltas no meu ouvido de antemão
E num solavanco retribuo tudo
Com palavras de poucas gentilezas.
Você acha que tenho algum mal,
Como uma doença?
Uma doença mental!
O meu mal é meu desejo carnal
Sexo, trepada, não importa.
Te quero sujo mesmo, imundo de alma
E o impuro nas tuas falas...De pouca gentileza.
enviada por Tiago ou Naga
13/08/2004 16:09
Essa vai para todos os chefes, pais, gente que pensam ser donos da verdade e donos de nossas almas...Gente mesquinha que o egoísmo as empedem de ver a verdade!
Nojentas piranhas de almas
Nojentas piranhas de almas,
Carentes de educação e respeito,
Movidos apenas pelo despeito.
Senhores de suas razões e certezas
Enchem suas bocas e gritam seus sapos,
E nos despejam seus ideais em farrapos.
Donos de sua alma e de seu futuro
São esses senhores cheios de ganância e fome de desesperança,
Eles estão dominando nosso mundo, esses ratos imundos!
Até o analfabeto outra hora do nosso lado
Agora é mais um porco engomado e dissimulado,
E todo esse veneno não poupa nem nosso maldito governo.
O que será de nossas almas jovens e visionárias
Se nosso corpo já foi comprado e escorraçado,
Por esses vampiros de dinheiro e trabalho?
Eu quero liberdade de pensar e agir,
Poder saber que não estou sendo enganado,
Que toda minha vida não está sendo roubada,
Parar com toda essa brincadeira dissimulada!
enviada por Tiago ou Naga
05/08/2004 15:02
Não sei se alguém le isso, mas estou republicando o "Vou te odiando um pouco pra variar minha rotina" e queria informar que o "Bezerra Bizarra" estava com um verso errado e já foi concertado,
no segundo paragrafo estava a palavra
pesar qdo na verdade era pensar"Lutamos pela liberdade de pensar Queremos correr, dormir, trepar..."
segue abaixo o texto "Vou te odiando um pouco pra variar minha rotina" em outro formato:
Vou te odiando um pouco pra variar minha rotina
E a cada palavra lançada vou te odiando um pouco
Pra variar minha rotina de discussões e contradições.
Você acredita saber nessa sua verdade solidária
Regurgitando sua sabedoria infantil,
Meu amor não tente crescer...
A vida é dura para gente grande, você não vê?
E você agindo pelas sutilezas
Das aberrações do comportamento que pensa ser o certo,
Sente o peso de seus pensamentos sem razão...
Sua culpa é um vício que me sustenta é o meu tesão
E na tentativa de abrir, remexer nos mortos, nos fantasmas...
A Dor se apresenta de olhos fechados para suas bobagens
Não dê ouvidos aos seus rancores, ou seus desamores...
Iludir-se é muito bom, porém não é real,
Mas quem quer Realidade?!
Vamos gozar das nossas palavras de insanidade.
O beijo caloso do passado e o tapa do presente
Trazem-lhe de novo a nossa futura, constante e vergonhosa encenação.
Raiva suando, gritos estourando e verbos cortando,
Navalha afiada da gramática impura,
Assim agradamos nossos egos e esquecemos nossas vergonhas.
Me abrace, me apunhale, me mate!
enviada por Tiago ou Naga
03/08/2004 12:03
Bezerras bizarras
Gritos e histerias abrem caminho entre nossos súditos
Esses mesmos que nos apontam e nos chamam de imundos
Somos vacas urbanas presas no curral desse caos.
Lutamos pela liberdade de pensar
Queremos correr, dormir, trepar...
Sabemos nossos limites ilimitados nem um pouco ajustados
Beijamos qualquer boca, qualquer cara!
Brincando de chocar os amorais enrustidos.
Pirando em cima de nossos palcos chamados de rua com nossa carne nua
Falando alto em nossos microfones de vodka
E abraçando nossos novos fãs de agora.
Estrelas do submundo, do subúrbio...
Bezerras bizarras mugindo de prazer
Lendo nas entrelinhas e dando suas cabeçadas de blasé.
Se não te olham você cospe, chuta e grita filho da puta
Desengonçada e banalizada a pequena vaca vai indo mugindo
Correndo pelas ruas imundas da vida impura.
enviada por Tiago ou Naga
29/07/2004 15:25
Vou te odiando um pouco pra variar minha rotina
E a cada palavra lançada vou te odiando um pouco pra variar minha rotina de discussões e contradições.
Você acredita saber nessa sua verdade solidária regurgitando sua sabedoria infantil, meu amor não tente crescer, a vida é dura para gente grande, você não vê? E você agindo pelas sutilezas das aberrações do comportamento que pensa ser o certo, sente o peso de seus pensamentos sem razão...Sua culpa é um vício que me sustenta, e na tentativa de abrir, remexer nos mortos, nos fantasmas, a Dor se apresenta de olhos fechados para suas bobagens, não dê ouvidos aos seus rancores, ou seus desamores.
Iludir-se é muito bom, porém não é real, mas quem quer Realidade, vamos gozar das nossas palavras de insanidade. O beijo caloso do passado e o tapa do presente lhe trazem de novo a nossa futura, constante e vergonhosa encenação. Raiva suando, gritos estourando e verbos cortando, navalha afiada da gramática impura, assim agradamos nossos egos e esquecemos nossas vergonhas.
Me abrace, me apunhale, me mate!
enviada por Tiago ou Naga
19/07/2004 16:19
Os lunáticos também pensam
Regurgitados ao nascer e embromados no viver, nos tornamos parte de um todo fulminante e pedante, gozando de uma seriedade e força não existente, querendo gritar até estourar seus tímpanos para não precisar mais ouvir esse horrível cântico de sereia, de velhos decadentes, e valorizados como verdade suprema, onde o capeta dança na razão dos insanos mentirosos na possibilidade de poder saber o que há nessa salada obscura de fome e miséria. Loucos ou lunáticos brigando por pedaços de história perdida e destruída sobrecarregando nossas vidas, nossas almas de pobres sonhadores, aprendendo a se encaixar nos medíocres papéis de coadjuvantes. Sobrevivendo assombrados pelos fantasmas do passado e ainda acreditando em sentimento sem classificação apenas a amplidão dessa sensação. Entregando-me completamente a libertinagem a devassidão e o sexismo, já as nossas orgias banais do cotidiano moral, cada vez mais comum, banalizando nosso fruto proibido, nosso lazer, nossa preferência mundial.
Se até isso nos foi tirado, o Agora se tornou mais pesado, mais abitolado, naquilo que detestamos, porém adoramos aceitar.
Absolutismo da dor parida pelos mortos evidentes e sem vontade de se mostrar. Gargantas rachadas com a seca do companheirismo e solidariedade dos torturados semblantes sentado no sofá ao lado, da sala de estar da perpetua e mórbida Morte. E nessa dança ridiculamente coreografada, vamos nos entregando...Dançando.
enviada por Tiago ou Naga
08/07/2004 14:47
Nessa brincadeira eu fico levando
Eu te dou um tanto de mim
E você me deixa sonhando
Aqui te esperando
Fico olhando pro vazio
Na ansiedade do telefone tocar
Mas nada além desse sonolento esperar
E nessa brincadeira eu fico levando o vai e vem
Pensando, flutuando por lugares inesperados...
Do meu desejo multiplicado
Nem curto essa brincadeira!
Venha me ver, me enlouqueça!
Tudo por você...
O borbulhar desses olhares
E o gosto da sua saliva junta a minha
Boca entrelaçada e línguas enroscadas
Vou te ligar e a dúvida me faz esperar só mais um pouco...
E assim vou levando nossa historinha
Será que o final vai ser feliz?
Não quero parar de sentir e te beijar...
Todas horas estão passando muito rápidas
Por que isso não dura mais?
Vamos tomar atitudes inesperadas
enviada por Tiago ou Naga
01/07/2004 10:29
Seu fuzuê
Eu ainda penso quando vejo tudo isso
Procuro entender em formas disformes
Machuco seu orgulho, penetro em seu ego
E ainda te procuro
Não creio em bondade
Não preciso de falsidade
Sei o quanto quer uma mão
Mas mãos não apenas afagam
O êxtase da ira te transforma
Você não pensa, você bafora
Descontrole controlado
Agonia Desmedida
Muito afobado...
A fome de querer e ter nunca são
Aquilo que podemos ver
Crianças brigando pelo pão
Sonhos destruídos no mesmo ritmo sempre na contra mão
Delírios podem ser o que queremos
Não preciso me esconder
Muito menos de você
Não entendo todo esse seu fuzuê
Prece do desajustado
Meu bem eu não acredito nas tuas palavras tiradas desse abisso
Eu, justamente eu? Aquele que nunca precisa
Não quero me gabar, mas sabe que não sou disso!
Meu corpo fala, minha alma anda
E você ainda pensando no mesmo
Sai daí, não se prenda em foliões passados...
Veja o hoje e pule na nova barca e deixe esses alucinados
Coitados daqueles que não aceitam as novidades
Não seja tolo ao ver o novo bobo
Aprecie a vista, aproveite a coletividade
Loco é querer ser mais do que o tempo é
Pra que chorar mágoas, qualé?
Pra que beijar bocas que não se tocam
Sinta o novo ar entrando em seus pulmões
Sejamos todos foliões
Deguste o gosto amargo dos nossos futuros porres
Feliz é aquele que enxerga o amanhã e vive o agora
Reze essa nova oração, esse novo hino...
Nossa prece dos desajustados
Dos gritos amargurados
enviada por Tiago ou Naga
30/06/2004 09:28
Desejos aflorados
Boca suja de coisas amorais
Você provoca choque com suas coisas banais
Loucuras e desejos aflorados
Copos jovens e formosos
Purezas esquecidas em rituais abandonados
Você julga a sociedade careta
Olhos nos olhos deles
Com deboche ainda comenta
Seduzir e brincar parece sua maior diversão
E você pensa; quanta tentação!
Olhos nos teus olhos
Bocas juntas respirando desorganizados
Todos os gestos desequilibrados
Tua maior ambição não é o status
É seduzir uma nação
Brindar num jantar
Regado a vinho e caviar
Delírios alheios é sua vontade
Provocar é a sua abordagem
Na tua brincadeira de libertinagem
enviada por Tiago ou Naga
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